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Meu perfil BRASIL, Nordeste, SALVADOR, COSTA AZUL, Homem, escrever para quem gostar de ler MSN - rodrigolessa@msn.com |

[continuando]
RETROSPECTIVA 2006
Em 6 de Julho, primeiro reggae no FishMarket no primeiro dias de férias do 1º semestre. Depois uma viagem pro meu interior –Brumado City. Dormindo, comendo, engordando, revendo antigos e bons amigos.
Agosto foi o mês do azar, quando cheguei da viagem encontrei meu lindo PC queimado. De 6 a 12, teve o Enecom – Encontro Nacional de Estudantes de Comunicação, onde fiz de tudo (aprendi a fazer e comi chapati, teve oficina em reserva ecológica, oficina de cachaça artesanal e oficina de malabares), de tudo, menos desenvolver ou discutir a comunicação no país.
Em Setembro, começando a fazer os vídeos pra Oficina de Audiovisual, com meu supergrupo microcosmos mais Anne (special guest). Entro pra produção do priemiro Festival Integrado de Cinema Universitário, junto com outros colega faconianos.
Outubro, mês de concluir a matéria de Audiovisual e iniciar a matéria de Fotografia. Matando-me na produção do Festival. Redigindo artigos, criticas literárias e um perfil de minha avó. Mês foda.
Novembro, dias 8, 9 e 10, aconteceu o Festival Integrado. Deu tudo certo, e espero não produzir mais nada desse tipo. No final deste mês entrevistei garotos de programa e donos de clubes e saunas gays da cidade, para uma reportagem em profundidade sobre prostituição masculina em Salvador. Devo ter ido no inicio deste mês pra uma rave numa praia...
Dezembro, ah mês de dezembro tão esperado. Fiquei de férias dia 11, saindo da faculdade pela manha ainda e indo visitar Laís, depois indo cortar meu cabelo. Corte grande. Rafael chegou de SP, saímos pra umas baladas. Natal em casa com a família, bebendo ate cair na internet conversando putaria. Quinta dia 28, piscina em minha casa, me queimei muito de sol. Sexta 29, Dany-Dany chega de Brumado e nos vemos no Iguatemi. Sábado 30, churrasco com a família, com Dany de convidada especial, depois compras no shopping. Domingo, dia 31, amanhã. Quem sabe o que diabos vai acontecer comigo amanhã?
Que venha mais. Já estou preparado.
;)
O ano já acabou, e nem parece ainda. Tanta coisa pra fazer até 2007 chegar. Por que o momento da virada é tão importante? Por que tem que ser tão especial? Mas não vou falar dos dias futuros agora. Vou falar dos inúmeros dias que já se passaram.
RETROSPECTIVA 2006
Os primeiros minutos de 2006 eu passei perdido na Barra, sem pessoas conhecidas, sem amigos, sem família. Na hora em que os fogos estouraram, reencontrei 3 pessoas – duas meninas, um menino – com os quais rachei um táxi do Iguatemi até a Barra, umas horas atrás. As seis primeiras horas do dia 1º de Janeiro de 2006 eu passei bebendo com estes três desconhecidos, pessoas que eu nunca mais voltei a encontrar.
Ainda em Janeiro, dia 25, saiu o resultado da UFBA. De tarde aqui em casa, lá pelas 5horas da tarde, eu olhava meu nome na lista de aprovados e não sabia se ria ou se chorava, então acabei rindo e chorando ao mesmo tempo. Comunicação – Jornalismo, e eu não queria mais nada da vida naquele momento.
Fevereiro, quinta-feira 23. Começou o carnaval. Surtos alcoólicos até a quarta de cinzas. Esse carnaval não foi o melhor de minha vida, mas definitivamente mudou minha vida bastante. Mudou a forma de encarar – e de gostar ou desgostar – das pessoas, de várias pessoas.
Seis de Março, cedo da manhã, eu começava na Facom, conhecendo as pessoas que eu vou conviver – ou não necessariamente – durante os meus 4 anos de curso (ou mais!).
Quarta-feira, cinco de Abril, eu colocava um piercing na língua. No dia seguinte, levava o Trote da Facom. Este foi um mês de muitas festas e baladas boas! Eu saía tanto que logo fui levando fama de baladeiro pela turma da Facom. Era falar “sair”, e o povo já dizia “opa, cadê Lessa?”. No fina de Abril, eu, Nany, Mirela, Glauber e Gilvan formávamos e lançávamos o fanzine Microcosmos 1ª Edição, “Microcomos - Um estudo sócioantropofilosófico do Shopping Iguatemi”.
Segunda, dia 1º de Maio, eu voltava pra casa depois de um final de semana perfeito, sábado com Ju, domingo com Dany-Dany e Victor. 25 de maio, pré-estréia oficial de X-Men 3. Este mês, o niver de Ju. Aaaahhhh, eu adoro acontecimentos VIP! Pra poucos. E bons!
Dia 5 de Junho eu publiquei no fotolog a seguinte frase: “prometa falar comigo quando me encontrar, por favor. porque eu dificilmente o farei”. E daí essa frase? E daí que eu sequer lembro pra quem eu disse isso! =D
Dia 22 de junho eu tirava meu piercing defintivamente. Amidalite, inflamou a porra toda. Mas foi uma boa – ótima – experiência, devo dizer. Acho que não vou repetir, mas valeu muito enquanto durou. Junho passei basicamente bem até o meio do mês, depois foi uma deprê pós-balada constante o resto do mês, embebido por trezentos trabalhos de final de semestre na Facom, mais a tal inflamação que me tirou de circulação por uma semana. Tinha os jogos do final da Copa do mundo, os feriados na Facom por conta disto. Foi um mês foda. Mas o ano ainda não acabou.
[continua...]
Natal passou, o peru veio e já foi (quem tirou proveito do peru?).
Eu ando escutando bastante música ultimamente (e graças ao bom alá músicas boas desta vez). Sonic Youth (o cd que estou ouvindo é o Rather Ripped), The Flaming Lips (Yoshimi, Clouds taste Metallic e At War with the mystics, preferência para o Yoshimi), The Magic Numbers (Magic Numbers) e, pra variar um pouco, The Killers (preferência pro cd novo, Sam’s Town). Quase todos baixados nos dias antecedentes do natal. Meu presente musical de Xmas.

Em Sonic Youth você tem aquela gostosa sensação de ouvir algo como se bebesse a uma bebida preferida que desce suavemente pela garganta – desce suavemente pelo ouvido, embebeda sua cabeça...
The Flaming Lips
Os Flaming Lips tem umas letras loucas com uma batida louca. A maioria das músicas (as melhores pelo menos) começam com uma intro – Fight test começa com um anúncio de briga: “The Test begins... NOW”. Todas as faixas muito bem trabalhadas, muito produzidas. Mas bem humano, por assim dizer. Não é o mesmo que falar que os cds de Britney são bem produzidos (isso significaria que a voz dela sobretudo foi alterada radicalmente para ficar boa e que eles samplearam algum hit bem bom). Dá pra saborear guitarras e baixos e baterias, deliciar-se com a voz (ou as vozes). Pra quem não se liga em tudo isto, dá pra curtir o som, e será um som muito bem curtido.

O cd Magic Numbers é simplesmente aquele que você já ouviu em algum lugar, e agora só está formalizando o encontro. Músicas boas que dão a sensação de conhece-las de algum lugar. Isso é ruim? Não, isso é muito legal. Pelo menos pra mim, deixa a sensação de ser uma banda familiar. Eu sou fã do Magic Numbers desde criancinha e não sabia!

The Killers dispensa comentários vindo de minha pessoa. SOU VICIADO \o/
Hum, isso acabou virando um Momento Crítica Musical. E não está bom porque não gosto de criticar música mesmo, porque não entendo porra niuma de música. Só sei escutar e gostar – ou não – do que escuto.
Recomendo porque gosto, então esse texto leva o título Selo Rodrigo Lessa de Qualidade Musical \o/
auhauhaehaieuhahea
Beijos e Abraços todo mundo.
Ano novo está vindo, que tal escutar algo que preste nesta passagem de ano? É o que estou fazendo…
Quem diria hein, eu um dia voltar a postar aqui no palavrasafins. Mas voltei, e voltei porque deu vontade de escrever aqui. Saudade dessas páginas virtuais de vida muito real. Então chega de formalismos, tentativas medíocres de originalidade. Espaço pra falar da vida, da minha vida e da vidas dos outros, pra publicar o que escrevo e pra escrever sobre as coisas que publico. Um espaço de metalinguagens. Música, vídeo, palavras corridas sem parágrafos. Palavras falando de palavras.
Voltei agora porque minha vida pediu. Vontade de escrever sabe... Nos últimos dias fiquei andando sonâmbulo pelos ônibus e ruas de Salvador, olhando pela janela ou pelo outro lado da rua, olhando e buscando a mim mesmo, no passado. Eu lembrava do que acontecia nos mesmos dias do ano passado. O que me aconteceu dia 9 de dezembro de 2005? E 10 de dezembro de 2005? Only shit putaquepariu! Eu revia as coisas que fiz e que me aconteceram. Eu estava feliz naquele período, mas também estou feliz agora, então pra que diabos me lembrar desta forma tão falsamente saudosista? Chega, né Lessa, eu me disse.
E chega mesmo. Estou de cabelos curtos (nunca estiveram tão curtos assim...), vontade de viver um pouco mais nesse verão, nessas férias. Os últimos meses me estressaram de tanta coisa a fazer e tão pouca energia para despender com lazer; a facom me consumia. Agora quero sair, baladar, até piriguetar – que se foda tudo o mais.
Deixa eu brincar um pouco de ser eu mesmo. Prometo que depois voltarei a ser o que pseudo-sou. Aberta a temporada de licença poética pra minha vida, pra meu dia - a - dia. Ok? See you around.
Capitulo XXIX
O conto da listra vermelha que te atravessa

Quando penso na pessoa que quero levar para o meu leito de morte comigo, penso logo naquela listra vermelha que lhe atravessava o corpo. Penso no corte de cabelo bem cuidado, caídos sobre o ombro, logo acima da listra vermelha. Era um mistério. Um delicioso mistério na cor vermelha. Sua pele macia possuía a listra, e me assustava. Era uma pessoa normal, era uma pessoa comum. Sorria normalmente, conversava como qualquer pessoa. Ela olhava pra mim com olhos sedutores, com olhar de 'venha aqui'. Eu não queria sexo. Mas doía descobrir que isso ela também não queria. Queria simplesmente cicatrizar a listra vermelha que lhe atravessava o corpo. Mas o que eu poderia fazer, eu perguntava. Descubra o porquê dessa linha vermelha, ela respondia. Seu olhar era vazio, triste. Distante e solitário. Deixe-me examinar-lhe. Não me toque. E eu não ousava tocar. Estava de mãos atadas, coração atado. Olhos semicercados. Sequer piscava, enquanto a curiosa listra vermelha só fazia crescer e se espalhar pelos seus suaves contornos. Não se mexa, eu disse. Feche os olhos, e ela obedeceu. Encostei-me devagar, até sentir sua respiração ofegar aos meus ouvidos bem próximos. E dei-lhe um abraço. Vários minutos, uma deliciosa eternidade que durou muito pouco. Ela se afasta, despe-se. Encosta-se na janela, de costas para mim, seu contorno sutil contra o luar. Obrigado, ela disse, agora a listra vermelha é seu destino. Eu olho para minha barriga. Uma enorme e pulsante listra vermelha está sobre mim, sob minha roupa, na minha roupa, está em minha pele. O quê... eu iria perguntar. Tudo o que vejo é seu corpo nu atirar-se silenciosamente pela janela. Eu também não grito. Fico em silencio. Deito-me. Espero as horas passar. Penso em como passar adiante a listra vermelha que me atravessa o corpo. O que você está olhando? Ah, obrigado, eu digo, agora a listra vermelha é o seu destino.
Capitulo XXVIII
The Scientist inside my dreams...
Coldplay - The Scientist
Come up to meet you, tell you I'm sorry
You don't know how lovely you are
I have to find you, tell you I need you
And tell you I set you apart
Tell me your secrets, and ask me your questions
Oh let's go back to the start
Running in circles, coming in tails
Heads on a silence apart
Nobody said it was easy
It's such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be this hard
Oh take me back to the start
I was just guessing at numbers and figures
Pulling the puzzles apart.
Questions of science, science and progress
Don't speak as loud as my heart.
Tell me you love me, and come back and haunt me,
Oh, when I rush to the start
Running in circles, chasing in tails
coming back as we are.
Nobody said it was easy
It's such a shame for us to part
Nobody said it was easy.
No one ever said it would be so hard
I'm going back to the start.
Ooooohhhhhhh [x4]
...became the dreams of a little girl called by Suzan. That's for u, baby, for u and also for me. For us.
24/04/2005
Domingo, 24 de abril de 2005 // Domingo, 16 de abril de 2006
Capitulo VII // Capitulo XXVII
Resoluções para 2005 // De abril de 2005 até Abril de 2006
Tudo bem, não é virada do ano, mas eu nunca fui de seguir os outros. As minhas resoluções pessoais para esse ano surgiram inocentemente, durante uma conversa qualquer. São apenas coisas que quero realizar esse ano, de preferência o mais rápido possível.
Então, por mim mesmo, fica decidido: (que chique isso né?)
Aqui o que eu queria// Aqui o que eu realmente consegui.
1- Colocar um piercing. E na boca. // I GOT IT!
2- Adotar uma franjinha nos cabelos (não entro em detalhes, vamos ver como vai ficar) e, se ficar ruim, pintar. //Ficou ótimo, então nem pintei!
3- Fazer o 1º semestre da Faculdade de Direito da Católica. // Aff, eu fiz!
4- Suportar esse semestre do curso de direito. //Serio, eu suportei!
4- Trancar o curso direito. //YES! Eu tranquei!
5- Ir para o cursinho estudar para fazer Jornalismo na UFBa. //Eu fiz cursinho. E agora faço jornalismo na FACOM – UFBA!
6- Contar algo a alguém. //EU CONTEI!
7- Conseguir um emprego. //Ainda não...
8- Ir a todos os shows decentes de rock que tiver em Salvador. // Fui exagerado nessa frase =/
9- Rever amigos antigos com mais freqüência. //Não sei, acho que falhei aqui.
10- Manter os laços com os amigos recentes. //Acho que sim, né?
11- Fazer novas amizades. //Se fiz? SIM, fiz, e muitas.
12- Durar o recém-criado flog por um ano. //Durou, e ta ateh hj!
13- Comer mais chocolate que o ano anterior (nem sei se consigo x~) //Ou empatei ou venci o ano anterior!minha mãe q o diga!
14- Engordar/Pegar massa muscular, nem que pra isso eu tenha que malhar x~~~ //engordei =// malhei umas semanas e parei.
15- Escrever mais; acabar o que comecei, começar o que quero. //não foi um ano mto produtivo intelectualmente.
16- Encontrar alguém como eu. E dizer-lhe eu te amo. Não encontrei, não disse. Ainda.
17- Realizar no mínimo 85% dos itens anteriores, o que quer dizer 13,6 de itens realizados. //70%, 11 itens, qse lá.
18- Crer no impossível, sonhar mais, manter a mente sempre aberta e confiar nas pessoas. //Sempre.
19- É isso que quero pra mim esse ano. //E foi o que eu tive.
20- E você? //E você
...continua: Resoluções para 2006.Breve...
Capítulo XXVI
dia-logo-s
parte1
Lais: te amo
Rodrigo.Lessa: ama?
Lais: sim, pq?
Rodrigo.Lessa: tenho duvidas...
Lais: naum tenha dúvidas..
Rodrigo.Lessa: eu não tenho, só tava te zuando =)
xXx
parte2:
tarsisvalentim @ 2006-03-03 21:57 said:
black sails on the sunset... is my heart!
rodrigolessa @ 2006-03-05 07:18 said:
...
...
...
"..."
sabe o pq disso?
o pq dessas reticencias?
o pq de vc nao ter o q falar num momento como esses?
PORQUE NA FOTO VC ESTAH FAZENDO POSE E PORQUE VC EH POSER E PQ VC SABE DISSO!
=D
poser, poser, porem feliz!
amooooooooooooo
tarsisvalentim @ 2006-03-05 07:22 said:
... ... ...
... ... é ...
... vida ... ...
a ... ... ...
poser ou nao, eu disse alguma coisa.
eu nunca "tenho nada a dizer".
deixei a lacuna pra cada um completar, ou pensar, ou refletir sobre o sentido da vida. ou definila em uma palavra. pq ainda faltam 3 fotos pra completar a obra. hehehe
se poser por tirar as fotos só, paciencia se nao tenho companhia pra fazer minhas artes.
:)
se for assim, poser rules.
rodrigolessa @ 2006-03-05 08:01 said:
rules!
ps-desculpa ta ocupando o precioso espaço-limite de seu fotolog, mas não resisti a fazer isso qdo li isso!
*rules*!
tarsisvalentim @ 2006-03-05 08:05 said:
esqueceu que voce que fez ele pra mim, fiz ele por sua causa. nao lembra nao oh?!
nao tem precioso espaço-limite.
e se todo comentario seu é sempre um hora pra mim, eles q sao preciosos.
te amo rores.
rodrigolessa @ 2006-03-05 13:19 said:
...é
eu sei...
...eu tb
Capítulo XXV
De mãos dadas pelo corredor
Eu sabia exatamente o que fazer. Era só chegar lá, dizer o Sim, e pronto, a felicidade estaria garantida. Não seria preciso sorrir, nem mentir. A feilicidade estaria garantida. Tudo tão fácil, tudo tão certo. Tudo tão moral, tudo tão racional. Era trocar alianças e selar com um beijo em frente à um enviado de Deus a união eterna de duas pessoas que se amam. Depois é sair pelo tapete vermelho, com corredores de bancos e pessoas amigas sentadas neles. Eu realmente sabia tudo o que eu deveria fazer. Simples, fácil. O amor é simples, o amor é, de fato, fácil. Mas e se eu amar um outro homem?
///assistam.O.Segredo.de.Brokeback.Mountain.
\\\ e vê se dá para pensar um pouco mais sobre o próximo.

""love is a force of nature"" o amor é uma força da natureza
Capítulo XXIV
A História que o garoto queria contar
Sabe quando a gente pára o que está fazendo do nada, e começa a pensar nos últimos anos de nossa vida? Este texto significa isso para mim. Apesar de não falar diretamente de mim, nem de ninguém de vocês, este texto tem muito de mim e muito de vocês também. Aqui, sou eu falando das coisas importantes de minha vida. E começo contando a história de um rapaz sem nome. Uma história que não se passa num filme qualquer, mas sim num daqueles que merece todas as cinco estrelas.
Ele se chama José. Morava num interior da Bahia não muito próximo da capital. Era distante, mas ao mesmo tempo perto dele. Era ambicioso, pensava em se formar e arrumar um bom emprego, mas uma coisa o impedia de alçar vôos na área acadêmica. Sua paixão por futebol. Ele conseguiu uma chance de se mudar de cidade para jogar no time de futebol de uma empresa, em Brumado. Não hesitou. Deixou amigos, família e uma vida de 20 e poucos anos para ir atrás de seu sonho. E, em pouco tempo, ele conquistou o que queria. Fora chamado para fazer testes no time Vitória, em Salvador. E ele foi. Durou três meses. E depois voltou. Não, ele não fracassou lá. Mas preciso de um bubble gum para explicar:
Desistir não é o mesmo que medo de vencer!
Tempos com esforço, idealizando o prazer
Deixei "Planos Perfeitos" só para jogar,
Promessas e apostas, sorte e azar...
Momento de crescer, tornar-se profissional
Mudança de ares: Brumado à Capital
Realização de sonhos, e no recesso, Carnaval
Artilheiro centro-avante em capas de jornal!
Mas largaria tudo, e naquele dia fiz
Com tudo que tive não me satisfiz
Bastaram aqueles olhos,
Para indicar o que bastava ter:
Naquele instante percebi que meu sonho era você!
E assim ele voltou para Brumado, para ficar ao lado da mulher que ele queria que fosse a mãe de seus filhos. Era o anoitecer de um sábado de dezembro, e ela vestia um lindo e longo vestido branco de noiva, com seu corpo magro esguio e elegante. Ele, elegante também num terno de uma grife famosa, o que o afastava dos ares de jogador de futebol, e o colocava na frente do altar da igreja como o homem mais feliz do mundo. Em sua cabeça, lembra da noite em que se conheceram, quando tocava na rádio música All you need is love, dos Beatles. E era exatamente assim com ele se sentia, só precisava de amor e nada mais nesse mundo. E amor ele já tinha de sobra e esse amor começava agora a entrar lentamente pelo corredor central da igreja acompanhado por seu pai. Desde que ela entrou na igreja, os seus olhos se fixaram nos olhos dele. E assim permaneceu toda a noite. Os olhos dos dois brilhavam, desde o dia em que se conheceram. É um brilho inexplicável. Só quem já passou por algo assim poderia saber que se trata. E naquele momento, havia somente eles dois no mundo, um guiando com o brilho dos olhos a direção do outro. Era um conto de fadas.
Era amor. É amor. Uma das poucas coisas do mundo que se pode sentir, imaginar e refletir sem ser preciso muita abstração é o amor. Não é necessário abstrair no amor. Basta senti-lo. O amor é como um papel de carta que pode assumir as mais diversas formas que você escolher, mas você nunca terá total controle sobre o processo de criação: o amor assume as suas diferentes formas de acordo o passar dos tempos em que se ama. O amor pode se manifestar por meio de horas e horas seguidas de conversas entre duas pessoas, ou simplesmente pela lembrança de momentos felizes e inesquecíveis ao lado de um parente querido. Pode vir em forma de uma fraternidade, ou por constantes brigas e discussões, em forma de um sorriso silencioso ou por meio de uma confiança sem tamanho, ou ainda por meio de um cuidado, de um carinho. Seja por forma de sublime admiração, ou por gostar de ficar perto. Pode vir em grupos de colégio, em quartetos mágicos, e ainda assim será amor. Pode vir em qualquer língua, em inglês ou francês, je t'ame ou I love you. O Amor pode ser em forma amigos, em forma de casal, ou de família. E ainda assim siginificará a mesma coisa.
O final da história do rapaz sem nome? Não acabou ainda. Esta história continua a todo o instante, intensamente e sem parar. Continua um pouquinho em cada um de vocês, mas bastante em mim. Tenho a responsabilidade de amar e ser amado, ser feliz e proporcionar felicidade. Continuar o legado do meu sobrenome e ao mesmo tempo construir meu próprio nome. Levar o amor de meu pai e de minha mãe a todo momento dentro de mim e a todos que me cercam. É isso o que eu devo fazer.
//no.texto: O parágrafo é para Marla, o Bubble Gum para Társis. A abstração é para Paulo Victor, o exemplo de amor para Lai e Fiu. A música é para July, as roupas de casamento para Dani. O brilho nos olhos é para Anderson, a carta de papel para Mariana. O filme cinco estrelas para Pedro, a distância perto para Marê. A rádio é para Wagner, a grife famosa para Victor. A cidade pequena é para Lipe, o conto de fadas para Geo. As horas de conversa foram para Léo, a lembrança do parente para Deza, Léo, Vini, Lara e Line. A história emo para Léo, o sorriso silencioso para Neutinho. As constantes brigas e discussões são para Cremilda, a fraternidade para os DeMolays. A admiração é para Murilo, gostar de ficar perto para Bia, o inglês para Suzane. A confiança sem tamanho é para Diego, o cuidado para Mateus. O grupo de colégio é para Gá, Mário, Quel, Mau e Nina, o quarteto mágico para Lucy, Gabi e Marcelo. O casal é para meu pai e minha mãe, a família para eles dois, Evelyne, Felipe e eu.
|*rodrigolessa.26/12/2005.colaboração:Paulo.Victor(versos.do bubblegum.“Meu sonho é você”).
Capítulo XXIII
O que há de mim hoje
Hoje eu sou aquele que está parado esperando tudo passar.
O inócuo sonho de futuro
Sou aquele que se omite.
Aquele que covardemente espera
Porque não sabe fazer outra coisa
Aquele puro idiota que não olha para nada
Além de si mesmo
Aquele que quer as coisas que quer
Mas não faz muito para tê-las
Hoje sou aquele senhor decrépito sentado no banco da praça
Sem muitas opções de mudanças
Não por falta de vontade de promovê-las
Mas que por comodismo
Acaba deixando tudo como já está
Sou aquele que não deixa de sonhar com as infindas possibilidades
O inócuo sonho de futuro
,porém, esvai-se
Aconteçam-me, coisas
Porque senão, morrerei sem experimentá-las
Ajudem-me, pessoas
Porque senão, morrerei sem experimentá-las
Toquem-me, mãos,
Beijem-me, lábios
Porque senão, morrerei sem experimentá-los
Façam o que quiserem de mim
Senão não vou experimentar
...
Hoje sou só aquele idiota cantando para o vento seus infindos sonhos inócuos de futuro...
Capítulo XXII:
conto a quatro cantos
/rodrigolessa diz:
e a vagar solitario pela noite....o cavaleiro andante deixa o sono lhe consumir....
/rodrigolessa diz:
( continua vc)
Abstrato diz:
mas a sede de continuar e a ansia dos galopes do bravo corcel negro insistem na tragetória...
/rodrigolessa diz:
...mesmo enforçando-se dolorosamente a cavalgar sobre o pedregulho oscilante do va-e-vem da onda naquela estranha mistura de pedras e mar....
Abstrato diz:
era preciso chegar. Aonde? Não se sabe ao certo... Assim como o que deixara para trás. Um grande amor, uma família ou os resquícios da sua origem. O importante é o agora, esperando o que há por vir...
/rodrigolessa diz:
... que não demora a chegar. Ele percebe um rapido vislumbre negro à sua direita. Rapidamente, da a volta com seu imponente cavalo para encarar de frente a besta-fera. Ao desembainhar a espada de prata e mirar ferozmente seu openente, o corajoso cavaleiro deixa a espada cair, lentamente, em direção ao pedregulkho molhado. O unico barulho que se ouve é do vento, das ondas... e agora, de metal tocando as pedras. Ele nao acreditava no que via.
/rodrigolessa diz:
(essa foi foda, te deixei numa situacao compliacada hein)
Abstrato diz:
(sem dúvida...)
/rodrigolessa diz:
(vc eh capaz...... sem duvida!)
Abstrato diz:
Uma figura não menos negra que a noite, de estatura mediana quase indefinível pela ausência repentina do luar. Nada temia o bravo cavaleiro, agora não mais sobre seu corcel, que se afastara instintivamente, possibilitando assim uma luta, talvez inevitável.
Nada era ouvido a não ser o arrebentar das ondas no terreno predegoso da praia. Eram piões de batalhas num cenário montado, composto de trevas e anseios. Uma nova espada foi posta em posição de ataque. O bravo cavaleiro retomou sua arma, tão pontiaguda quantos os rochedos a sua volta...
Abstrato diz:
(ufa... quase suava...)
/rodrigolessa diz:
(complicado... aceita reviravoltas repentinas?)
Abstrato diz:
(avontade...)
/rodrigolessa diz:
Dois minutos se passaram... Enquanto aquelas duas figuras desconhecidas e estranhas naquele lugar se entreolhavam precavidamente. Dois minutos suficientes para nuvem espalhar-se e a lua fazer brilhar sua prata sinfonia sobre aqueles seres. O cavaleiro, sabiamente, impunha sua espada frente aos olhos, e reflete a imagem da negra figura sobre o luar em sua arma. Agora ele via. E talvez preferiria ter atacado na escuridão. A estranha forma agora se parecia mais familiar ao olhar agil do inóspito cavaleiro. A capa agora era largada ao chão, e caía lentamente sobre as pedras molhadas, enquanto um brilho ofuscante saía desembainhada. O luar define uma cintura sinuosa... feminina... deliciosamente cruel. O corpo era dela, o cavaleiro ttinha certeza, mas seu olhar vazio não..
/rodrigolessa diz:
(etxa, aeeee)
Abstrato diz:
Como nun transe místico, aquela figura bela e mortífera parecia envolta numa nebulosa de trevas. O encanto manifestava-se com um olhar opaco e gélido como o vento cortante que soprava so continente para o mar. O litoral deserto tornava vítima todos despreparados que ali estivessem, desavisados.
Nada era dito. Apenas respirações poderiam ser notadas em breves instantes. a bela figura parecia pronta para matar, contudo, imóvel, parecia infiltra-se na alma do cavaleiro, buscando em sua alma um ponto fraco por debaixo das vestes...
/rodrigolessa diz:
... encontra no olhar ainda perplexo doc aveleiro a sua unica chance de atingir em cheio seu coração. Não com a espada. E sim com o seu olhar. proxima-se perigosamente do cavaleiro imovel. Ele sente o frio do metal tocar-le as costelas. E ela pára. Por um segundo, reclina a cabeça. E pensa. E hesita. E enfia silenciosamente a ponta de sua espada fina nas costelas do cavaleiro estatico. A dor se maifesta sem barulho... Apenas com uma lagrima convertida vagarosamente... Que cai sobre a cabeça daquele anjo demonio a saciar sua sede de sangue naquele momento... E apenas agora, quando a deusa assassina inclina sua cabeça ara cima, o cavaleiro pode saciar todas as duvidas que o paralizavam. Era realmente ela; a doce....
/rodrigolessa diz:
(decida vc qem era xD)
/rodrigolessa diz:
(q agonia, q tensao, pela conclusao deste conto!)
·$17Abstrato·0 diz:
A doce Liz, mais bela guerreira do Clã Lotus Brancas. Sua frieza assassina era o bastante para paralisar sua presa, inocente vítima de sua beleza. Tornava escravo a quem quizesse. Tornara-se escravo da bela víbora há menos de 5 anos, quando se encontráram pela primeira vez naquela mesma praia.
O que antes fora mistério, reveláva-se. Lembrou-se do presságio que o fez cair da árvore onde pernoitou em território inimigo. O reencontro não tardava...
a oportunidade dos laços do destino se atarem em definitivo chegara. O fim de um ciclo de tantas encarnações traria o descanço aquelas almas aprisionadas por tanto tempo num mesmo carma. Bastou um beijo para que tudo fosse consumado...
/rodrigolessa diz:
O beijo a ser roubado, hoje roubou. A doce Liz toca os labios do nobre cavaleiro ensaguentado com seus finos labios... e toma para si toda a dor do seu amado. Se fora proposital, ou nao, ninguem nunca saberá. Só se sabe que desse beijo veio o começo. E o fim. Começou-se a imaginar a vida sem eles para preserva-la. Começou-se a prever os enlaces futuros, sem a presença de ambos para assegura-los. Começou-se a imaginar os prazeres da vida além da carne... pois desta já estavam se desfazendo. Começou-se o preludio do fim. Começou-se um amor que transcende as barreiras do levianismo. E isso tudo não vale mais nada. Porque o fim, quando arrebata almas terrenas ou não, as arrebata para sempre.
/rodrigolessa diz:
(conclua belissimamente como soh vc pode fazer)
·$17Abstrato·0 diz:
A lua brilhava intensa. As nuvens e a atmosfera negra foi por completo dissipada daquela praia. As ondas beijavam serenas os pedregulhos hostis. O vento soprava doce, abraçando qualquer ser vivo que ali se fizesse presente, buscando abrigo ou consolo nas águas aquecidas daquele mar infindo.
Voltaram a se olhar. Não mais há dor ou chagas, mágoas ou trevas espirituais. Foram tomados por uma forte e arrebatadora energia cosmica, aquela mesma que possui a alma e embriaga as mentes sóbrias pela racionalidade. Possuidos pelo amor, partiram para o Sul. Tudo se afastava muito rapidamente, ainda assim, buscando guardar na lembrança, para outra vida, quem sabe, o momentoi e o local do derradeiro fim daquele ciclo, notaram seus corpos repousados sobre a areia...
O que encontrariam não importava, como nunca importou...
/rodrigolessa diz:
FIM
/rodrigolessa diz:
(!!!!!!!!!!!!!!)
·$17Abstrato·0 diz:
\o/
Capítulo XXI
....................
hj eu soh keria esconder meu rosto da vida um pokinho... deixar passar, amortecer a queda com o sono. Dormir uns três anos, para que quando eu acorde as coisas estejam diferentes, eu esteja diferente... Mas eu não vou mudar dormindo...
Mas cansei de encarar. Cansei de colocar o rosto a tapa tantas vezes, cansei de invejar a pseudo-vida perfeita das pessoas. Por que as vidas dos outros são tão mais atraentes do que a minha? Devo eu fazer minha vida se tornar mais parecida com a dos outros só para satrifazer-me? "Só" para satisfazer-me? Se eu não for em busca da minha satisfação, alguem irá por mim?
To de saco cheio de dizer q to de boa. Quero acreditar que sim. queria tantas coisa que não consigo nunca...
Mas cansei de encarar...
Hoje eu soh keria que as luzes apagassem, as cortinas se recolhessem...
e eu por trás das cortinas que escondem o palco de minha vida, calado, ouvisse os aplausos daqueles que não consigo ver...
e calado ouvisse aquilo que só percebo quando se apagam as luzes, e me escondo.
...
...
...
...
e eu desisto.
//os comentarios com pseudo-ar de conforto poderão ser deletados. coisas do tipo "ow, naum fike axim..." . Eu soh digo "com licensa? vc pode me dar licensa para eu me sentir e me expressar da maneira como quero ou como estou? Pode me perimitr por obséquio ser pelo menos nesse flog quem eu sou sem me preocupar com o que você gostaria que eu estivesse? ^Só pq vc axa mais facil ser amigo de alguém perfeito? Nao, nao sou perfeito. Estou mto longe de ser. E chega de ser quem os outros esperam q eu seja o tempo todo. não se assuste por eu me mostrar quem eu realmente sou... foi você quem nunca me permitiu ser quem eu quisesse.
q saco
qta merda
~
fodam-se
Capítulo XX
"We crash... just to fell something..."
CRASH
sou aquele que não te deixa piscar
aquele que te faz parar de respirar
sou aquele que te derruba
aquele que nao te ajuda a levantar
sou aquele que segura sua mão
aquele que te puxa pra baixo
e te deixa lá.
sou aquele que te faz suspirar
aquele que esqueceu de te beliscar
sou aquele garoto inatingivel
aquele que segura sua mão
e te deixa lá.
sou aquele que você nunca terá
aquele que te faz sonhar
sou só o garoto que cruza a rua
e esbarra no seu ombro
te derruba
e te deixa lá.
aquele que não te ajuda a levantar
e faz você sonhar.
[rodrigo lessa]
Capítulo XIX
log secreto][não leia (isso era psicologia reversa, leia sim)
/rodrigolessa ][ diz:
vc ta ocupado ae?
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
nao
/rodrigolessa ][ diz:
tipo, qeria te fazer uma proposta indecente
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
pode fazer, contando q não seja postar
/rodrigolessa ][ diz:
O_OOOOOO qse isso asasasoijasjauismas o trab de postar eh por minha conta
/rodrigolessa ][ diz:
vamos fazer um dialogo a dois aki no msn pra eu postar no meu blog?
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
hummmmmmmmm
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
meus neurônios não estão no melhor estado não...mas... se vc faz questão
/rodrigolessa ][ diz:
topa?
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
sim
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
curta?
/rodrigolessa ][ diz:
sim, de preferencia, pq longa tb ninguem le
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
quais personagens/
/rodrigolessa ][ diz:
vamos criar... oq vc sugere?
/rodrigolessa ][ diz:
alias....vamos ser nós mesmos!
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
pode ser
/rodrigolessa ][ diz:
falando de maneira inóspita (não sei o q significa essa palavra mas axo linda) sobre qlqr coisa
/rodrigolessa ][ diz:
concorda?
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
inospito eu axo q eh precário, sem condicoes
/rodrigolessa ][ diz:
?
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
entende?
/rodrigolessa ][ diz:
???
/rodrigolessa ][ diz:
me deixe
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
sim
/rodrigolessa ][ diz:
vamos acabar logo a conversa, pq se ficar grande, ninguem lê no blog
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
e jah começou?
/rodrigolessa ][ diz:
booa noite pra vc tb
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
oxe arrrrrrrrrreeeeeeeeeeee
/rodrigolessa ][ diz:
FIIIIIMMMM!!!!!!
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
boa noite pra vc tb
/rodrigolessa ][ diz:
xD boa então
/rodrigolessa ][ diz:
acabou?
/rodrigolessa ][ diz:
cabou neh? entao podemos voltar a sermos nois mesmos
/rodrigolessa ][ diz:
vc axa q o povo q ler no blog vai gostar?
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
sinceramente, nao
/rodrigolessa ][ diz:
e vc vai se sentir como pelo fato de ter contribuido para algo q vc mesmo axa q o povo nao vá gostar?
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
normal...nao se pode agradar a todos
/rodrigolessa ][ diz:
xD então ta
/rodrigolessa ][ diz:
vem ca... vc axa q vai chover sapos amanha de novo?
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
eu nao entedi nada
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
???
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
veih eu vou sair, durmir... vc devia fazer omesmo, parece q bebu
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
ou fuou ou chirou
/rodrigolessa ][ diz:
O_o
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
se vc quiser refazer esse dialogo onde estaremos todos lucidos, agente refaz
/rodrigolessa ][ diz:
vc nao sabe o trabalho q vai dar corrigir/editar esse tanto de erro seu O_o
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
se nao dexa assim
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
abracao boa noite miha cama eh muito sedutora
/rodrigolessa ][ diz:
fode ela com gosto entao!
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
sim sim
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
pode deixar q eu comando a area ali
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
heuheuheueheuhe
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
podre essa neh?
/rodrigolessa ][ diz:
foi eheheh
/rodrigolessa ][ diz:
mas tinha q ter palavrao na conversa
/rodrigolessa ][ diz:
senao nao seria uma amostra veridica de uma legitima coversa nossa neh!
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
co ceteza
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
fim!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ψ_lpm_Carpe Nocte_Ψ diz:
pronto
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Capítulo XVIII
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Capítulo XVII
Sete maneiras duvidosas e uma verdadeira (e espontânea) de dizer Eu Amo Você
Foi espontâneo. Na verdade, saiu sem querer. Eu me vi conversando com a pessoa que eu gostaria de segurar a mão, a pessoa que faz meus olhos brilharem mais, não sei o que houve assim de repente. Um calor, uma felicidade, uma euforia interna tão contagiante que por um segundo eu não me importei nem com nada nem com ninguém. Eu podia quebrar os dogmas da sociedade naquele exato momento, sem me importar com as conseqüências depois. Foi relaxante dizer aquilo, que estava engasgado na minha garganta a vários dias. Eu estava contaminado pela felicidade, e ela me impulsionou a dizer. Eu quero você, já não me importa mais o que se passa, o que está acontecendo com o mundo ao nosso redor. Quero enfrentar deuses e demônios que estejam entre nós. Quero andar de mãos dadas com você na rua, trocar olhares quando não for preciso dizer mais nada. A verdade é que aquele breve momento espontâneo tomou conta de mim, e está aqui até agora. Não foi só dizer. Foi expressar em três palavras uma verdade.
E a verdade é que eu posso dizer “ashitei masu” pra você e não significar nada.
Eu poderia dizer “ya tebya liubliu” e você nem se importar.
Eu posso muito bem dizer “Ich liebe dich” e você achar que é brincadeira minha.
A verdade é que se eu disser “je t´aime” você dará risadas de minha inocência.
Ou se eu disser “te quiero” e você duvidar.
Ainda posso dizer “ti amo” e você poderá se calar.
Posso dizer “I love you” e você achar que é clichê.
Isso tudo pode não parecer nada, mas a verdade, amor, é que Eu Amo Você.
Capítulo XVI
A rave e a multidão incutida em cada pensamento
Hoje aconteceu de um corpo estranho se debater loucamente ao drum and bass ao nascer inocente do sol. O boné virado para o meio lado segurava os cabelos e protegia os olhos, tarefa endossada pelos óculos amarelos e as gotas de colírio que volta e meia caiam sobre mim. Eu sentia o som percorrer meus poros e agitar-me, sem pedir, sem forçar. Eu quis dançar e assim o fiz. Não pensei em muita coisa, deixei o tempo passar e as pessoas passarem. Não chorei em nenhum momento, por mais que uma hora dessas deu vontade sim, e muita, de descarregar o peso das lagrimas sobre um ombro qualquer, desconhecido ao nome, estranho ao olhar. Eu me via em vários cantos daquela rave, e os cantos tentavam me mostrar quem eu queria ver naquele lugar, da forma como eu queria, para que eu pudesse apenas olhar, e com o olhar deixar claro o que sinto e apenas com o olhar sentir o que aquela mesma pessoa sente de volta.
Mas não havia ninguém lá. Apenas eu e a multidão. A se esbarrar entre o som, a compartilhar o suor e a euforia, a se repuxar os braços e ver coisas que gostaria de ter. E na multidão honesta, olhar para os lados e se perguntar se você está sendo você mesmo no lugar que você quer.
E ter o que gostaria.
E expressar o que sente.
E gritar, não para todos ouvirem, porque isso não adianta, mas gritar na multidão inteira para que a única pessoa não presente ali pudesse ouvir o que já sabe.
Eu estou aqui, não sei o que faço...
Por isso eu danço loucamente agitado pelo drum and bass, num dos poucos momentos em que nos meus pensamentos serei eu quem quiser, e estarei em com quem quiser.
Se a outra pessoa também quisesse...
rrrrrraaaaaaaavvvvvvvvvvvveeeeeeee.
Capítulo XV
Sobre a atual fase de minha vida // esta pessoa
Eu conheci uma pessoa legal. É apenas um detalhe esta pessoa já vir com um namorado no pacote. Fazer o que, nada é perfeito. Talvez esta pessoa seja. Talvez nem seja, sabia. Mas quem digita aqui não é a razão, é o clichê, e o clichê se chama apenas coração.
Ai, ai.
A questão é que a vida é feita de fases, e há pessoas que marcam nossas vidas em diferentes fases. Digamos que eu já conheci as duas que irão marcar a atual fase de minha vida. Só não sei por quanto tempo demorará esta insólita e distante porém presente fase.
Mas estou feliz, não é isso que importa? Estou... é tão bom... Nada fará eu perder a amizade desta pessoa que acabei de conhecer. Tudo bem, pode até ser que eu nunca beije a sua boca, nem nunca andemos de mãos dadas no shopping. Sei lá, coisas simples, como dizer a todo momento o que estou sentindo sinceramente, ou simplesmente simplesmente simplesmente qualquer coisa simples, que quaisquer pessoas apaixonadas fariam. Talvez eu nunca tenha nada disso, mas acho que o que sinto é tão sincero que me sinto completo, sabe, completo no meu sentimento. Talvez eu não precise saber se é recíproco da outra parte, basta ter certeza do que sinto, que o resto se encaixa com o tempo... com o tempo que não sinto passar quando estou a seu lado...
Sei lá, não será só mais uma fase, pelo menos enquanto ela ainda estiver funcionando, ela será A fase de minha vida.
Capítulo XIV
O fictício dia da mudança
Preciso de dinheiro demais para propor em mim as mudanças de que preciso. Mas de que preciso? É o que eu quero. Eu quero é precisar. Preciso por querer. Quero ter precisão de pintar o cabelo de forma loucamente chamativa, ter precisão de colocar um piercing, ter precisão de me cercar de pulseiras coloridas, ter precisão de pisar num allstar com um fake straight edge entrelaçado por entre os cadarços brancos, ter precisão de precisar mudar por fora para refletir as mudanças de dentro. Que porra, você não me conhece, não sabe quem sou. Não sou o garoto alto, de óculos e cabelos amarrotados por um chapéu propositadamente velho que você vê. Você não sabe quem eu sou, e eu nem pretendo te contar. Vai se fuder, você acha ruim não me conhecer, eu quero me matar, eu não posso te contar porque não beijei você.
Eu preciso mudar... Os cabelos, as roupas, os braços, os pés, os olhos, a pele, o rosto, a barba, as unhas, os dentes. Eu preciso.
Sinto que algo grande está para acontecer, mas não posso me esquecer: o titulo está aí para me desdizer.
Capítulo XIII
Queda Livre

Capítulo XII
being whoever
Sabe quando acontece varias coisas com a gente tão rápido que a gente até perde o senso, a noção? Ficando anestesiado, insensível ao processo, tamanha sua repetição?
Esqueça tudo isso. É tudo mentira. Dizem isso pra que a gente fique cada vez mais amargo a cada simples ano que se passa.
Tentam nos convencer de que somos velhos demais para isso, cedo demais para aquilo, tarde demais pra qualquer coisa.
Acreditem, é mentira.
Nunca é tão tarde ou tão cedo. O coração não envelhece, não amadurece, não nasce, nem morre. É sempre o mesmo. Nunca aprende com os erros, nem nunca deixa de errar.
É isso o que somos, não? E isso é bom?
Isso é ruim?
Não. Isso é você.
Sabe quando deixa de acontecer tantas coisas com a gente que a gente perde até o senso, a noção? Ficando anestesiado, lerdo, agonizantemente lento, tamanha é a falta de acontecimentos?
Acredite, quer queiramos ou não, somos quem somos e foda-se o mundo.
Por isso eu digo, por mais que tentem esconder da gente, ou o mundo fode a gente, ou a gente fode junto com ele.
-/||estou aqui...
Capítulo XI: 
As coisas só são como devem ser? As pessoas só fazem o que querem fazer?
E a vida, cadê?
A noite é um começo.
O prelúdio de um dia maior.
Descanse seus pecados.
Amanhã vai ser pior.
Lembra do que você fez.
Amanhã vai ser melhor.
Durma essa noite.
Amanhã tem que ser melhor.
As coisas só são como devem ser? As pessoas só fazem o que querem fazer?
E a vida, cadê?
Você, porquê?
Estou aqui...
..
-/
Capítulo X
Mixed Up
Quando começo a escrever o que deveria ser o apoteótico décimo capitulo da nova fase de meu blog, só uma coisa me vem à cabeça: as letras do teclado pelo qual vos digito (que chique) estão apagadas. E embora eu saiba digitar sem olhar, não resisto a checar sempre; o que aqui significa que eu erro mais do o costume. Mas não é esse o assunto deste capítulo, ou ao menos não era pra ser.
Queria falar pra vocês sobre uma velha viciada em anfetaminas, uma loira má e um cara que queria ser criança para sempre. E não, não estou falando de Micheal Jackson. Esses três indivíduos entraram em minha mente, dançaram tango sobre meus nervos,
...
And then they fly away...
..
Mas não sem deixarem algo: a curiosidade, o desejo e a vontade sorridente de encontrá-los de novo. Os três fizeram um mix de mim. Jogaram-me num liquidificador e ligaram, com a tomada para dentro. Cada um deixou uma marca única. Uma gota de sangue de cada um deles. Em mim, no meu mix, na minha atual condição de mistura, um sangue compulsivo e fora de si, um sangue gananciosamente delicioso e um sangue inimaginavelmente criativo, fazem de meu próprio sangue uma incógnita. Agora, me misturo a eles, me confundo com eles. Mas eles não voltam mais a mim. Eu não posso esquecer tudo o que eles fizeram. Tudo aquilo...
...
And then they fly away...
..
[...]explicando: Réquiem para um sonho. Femme Fatale. Em busca da Terra do Nunca.[]
.
Capítulo IX
Sobre a vontade que tenho de matar
É engraçado como eu escrevo falando de coisas que eu gostaria de escrever.
É engraçado como eu quero matar algumas pessoas. É normal? É normal esse anseio repentino e constante de querer pegar uma faca pontiaguda e se deliciar enqanto enfia a faca numa parte macia do corpo de quem eu quero matar? Nunca imaginou, a delicia da faca fazendo sangrar aquela pessoa que você odeia, e fazer os repetidos movimentos de vai-e-vem com a faca? Ver o sangue escorrer, ver as tripas caírem, e você lá parado, estático, somente com a faca em mão bem firme, subindo e descendo, subindo e descendo. E imaginar os delirios de dor do objeto de morte naquele momento. Os gritos, as suplicas, os pedidos descarados de perdão naquele irremediavel momento.
É engraçado como tem coisas dentro de você que só crescem, mesmo que um lado seu não quer, o outro é sempre mais forte, é ele quem responde nas horas de raiva, contrariedade, inferioridade, revolta, enfim, nos momentos em que a faca pontiaguda vem à cabeça. Porquê não matar?
Eu quero, ah, se quero...
Capítulo VIII
Venho falar
Estou aqui para falar do tempo. E de como ele passa. Vim falar das barras de chocolates que faltam depois do almoço em família. Sobre os discos-voadores que planam as nossas cabeças, sobre os fungos de nossos sapatos e de nossa descrença nos homens. Vim aqui para falar tanta coisa, que nem sei por onde começar. Talvez se começasse falando sobre os sapatos de salto alto vermelhos que as loiras usam, seria um bom começo. Ou falasse do apontador que ninguém mais usa. Não seria apoteótico. Seria só um começo. Não seria belo nem feio, mas ainda assim seria um bom começo. Vim aqui para deixar claro que acordo como homem de bem, mas que já não tenho essa certeza quando estou a dormir. Venho falar de poesia aos duros, de livros aos analfabetos e de musica aos surdos. Vim não para sentir pena, porque esse sentimento é desprezível, mas vim para mostrar ao mundo o mundo que ele é. Ao mundo, o mundo que ele pode ser, se tentar. Basta tentar, para mudar. A tentativa já se mostra uma mudança. Assim continuarei a falar de futebol e de xícaras quebradas. Colherinhas tortas, bolos gostosos. Venho falar aos pobres o sabor de um prato francês. Aos cegos a beleza de um colorido pôr do sol. Tenho tanto pra falar, e pra tantos. Mas o fim. Não venho falar de fim. Esse é a gente quem faz. Vim mostrar a todos o que há muito se esconde. Basta fazer os finais. Nossos finais felizes.
Capitulo VII
Resoluções para 2005
Tudo bem, não é virada do ano, mas eu nunca fui de seguir os outros. As minhas resoluções pessoais para esse ano surgiram inocentemente, durante uma conversa qualquer. São apenas coisas que quero realizar esse ano, de preferência o mais rápido possível.
Então, por mim mesmo, fica decidido: (que chique isso né?)
1- Colocar um piercing. E na boca.
2- Adotar uma franjinha nos cabelos (não entro em detalhes, vamos ver como vai ficar) e, se ficar ruim, pintar.
3- Fazer o 1º semestre da Faculdade de Direito da Católica.
4- Suportar esse semestre do curso de direito.
4- Trancar o curso direito.
5- Ir para o cursinho estudar para fazer Jornalismo na UFBa.
6- Contar algo a alguém.
7- Conseguir um emprego.
8- Ir a todos os shows decentes de rock que tiver em Salvador.
9- Rever amigos antigos com mais freqüência.
10- Manter os laços com os amigos recentes.
11- Fazer novas amizades.
12- Durar o recém-criado flog por um ano.
13- Comer mais chocolate que o ano anterior (nem sei se consigo x~)
14- Engordar/Pegar massa muscular, nem que pra isso eu tenha que malhar x~~~
15- Escrever mais; acabar o que comecei, começar o que quero.
16- Encontrar alguém como eu. E dizer-lhe eu te amo.
17- Realizar no mínimo 85% dos itens anteriores, o que quer dizer 13,6 de itens realizados.
18- Crer no impossível, sonhar mais, manter a mente sempre aberta e confiar nas pessoas.
19- É isso que quero pra mim esse ano.
20- E você?
Capítulo VI
Placebo. Precisa dizer mais?
Domingo, 17 de abril de 2005. Um dia que eu jamais esquecerei em minha pacata vida. O dia em que o Placebo conquistou seu “ultimate place” em minha vida. Eu estava querendo muito ir ao show deles, antes mesmo de conhecê-los. Quem mora em Salvador sabe que só há um show de rock decente por ano. Se eu perdesse esse, eu sabia que o próximo só seria em 2006. Eu tinha que ir. Ponto Final. (Na verdade, agora vem um Ponto Parágrafo.)
Um dia antes. Sábado, 16 de Abril de 2005. Eu já sabia que eu ia pro show, então, resolvi baixar umas músicas do Placebo na net. Baixei, coincidentemente, o cd Once More with Felling, o último lançado e coletânea de singles desde o início do trio, em 1995, que também é o cd da miniturnê que eles estão fazendo no México e (aqui na) América do Sul. Foi nesse sábado que comecei a me apaixonar pela banda. Foi ótimo, porque conhecendo as músicas, no show eu curtia melhor, já que cantava quase todos os refrões.
Dois dias antes. Sexta, 15 de abril de 2005. Ir ou não ir? Eis uma questão complicada. Com quem, como, vale a pena, estarei eu afim, e aí? Quem respondeu todas essas perguntas foi uma linda morena garota propaganda da Claro, fazendo props do show lá na faculdade. Ia sortear um ingresso, e só era preciso responder a uma pergunta: de que país é o Placebo? Inglaterra, eu gritei. Eu tenho dessas. Quando to afim de ir a algum lugar, pans, ganho o ingresso. ;-P Agora não tinha mais jeito, tinha que ir para o show.
Mas com quem? Minha prima Larissa (“vamo, vamo, vamo!!!”) e Nina (o comentário no blog dela serviu!) foram minhas companhias. Lá encontrei uma guria que eu pensei que já estava morta, de tanto tempo que eu não a via, e mais outras pessoas. Vi um carinha que é o clone de um dos vocais do Blink 182. E mais tchananams.
Hoje. Quarta, 20 de abril de 2005. E o show do Placebo ainda está na ponta da minha língua, como quando fica depois de um longo e delicioso e apaixonado beijo. Teimando em não me abandonar; eu implorando para não ir embora; as lembranças nas fotos e nas letras; o show ainda está aqui comigo. E vai permanecer por muito tempo.
O show. Foi perfeito. Foi realmente “o show”. Stefan, baixista e por uma música tecladista, era uma comédia. Devia ta se achando o Marilyn Mason, muito engraçado, agitando a platéia. Brian (o cara da minha blusa verde e amarela) tem uma voz linda, das mais bonitas que já vi. A animação foi total. As gritarias não paravam um segundo sequer. E como Nina disse, o jeito andrógino dele(s) realmente renderam. Ao cantar a musica I do, na hora do refrão “I wanna say I do”, Brian ajoelhou-se aos pés de Stefan. Brian ficou com a coluna ereta, com o microfone bem em frente à boca, na altura da cintura de Stefan, que se posicionou (numa bela pose) e continuou tocando o baixo; isso tudo numa clara insinuação de sexo oral, enquanto a letra da música dizia I wanna say I do. Quando a ficha aqui caiu, meu queixo caiu junto. DE FUDER!!!! Gritei. Auiehaoiheoiahueoiahe. Esse com certeza foi um dos momentos mais memoráveis da noite, juntamente com a parte em que Stefan (já no teclado) insistia em NÃO tocar uma música do Guns n Roses. Brian disse: “Are you thinkin’ I’m a funny guy, arent you?”, e outras coisas mais. Aiauheuieauhaehua. Muito comédia. E o show todo… TUDO.
Foi PERFEITO. “I had a great time here”. Eu me diverti pacas. De uma maneira como não me divertia a anos. E como eu disse, o show ainda está aqui, na ponta da língua; não sei quando ele vai me deixar, só espero que demore o máximo que puder em mim... de preferência, que fique em mim até o próximo show deles que eu for. Quem teve a oportunidade de ir, mas não foi... desculpem, MAS VOCÊS PERDERAM.
;ppppppppppp

/me ouvindo Placebo][Black-Eyed
Capitulo V
A Lista >> estou fazendo agora.
Composição: Oswaldo Montenegro >> E deste lado Rodrigo Lessa escrevendo. Achei essa musica no flog de Nina, e aqui estah minha analise sobre a letra em minha própria vida... Dica: leia primeiro soh a parte em negrito, que eh a letra original... e em frente, minhas retificações pessoais...
Faça uma lista de grandes amigos >> Quero muitos nomes, mas sempre vai faltar alguém...
Quem você mais via há dez anos atrás >> esses são poucos, Guilherme, Francisco...
Quantos você ainda vê todo dia >> praticamente nenhum das antigas...
Quantos você já não encontra mais >> muitos, mas nossa, são muitos mesmo...
Faça uma lista dos sonhos que tinha >> ser jornalista, escrever um roteiro, fazer um filme sobre este roteiro, escrever alguns livros, ir numa rave de mais de 15 horas ligadas tomando muito ecstasy, estudar psicologia, encontrar um melhor amigo, pular numa piscina de chocolate igual no filme A Fantástica Fabrica de Chocolate, ter o amor da minha vida nos braços...
Quantos você desistiu de sonhar >> não sei mais com quais eu sonho, quais quero continuar, nem os que valem a pena, nem porque ou como, ou onde..
Quantos amores jurados pra sempre >> alguns... suzane, laís, Filipe, acabei de fazer um com gardênia, eu axo que tbm tem July macartney, , não tenho certeza...cremilda, num relacionamento de amor e ódio... sei lah, como eu disse sempre falta alguém.... Tem (ou teve, não sei mais) Henrique Mateus... mas eu não sei o que houve... Com Wagner faltam palavras... mas sobram brados... eh, sempre falta alguém...
Quantos você conseguiu preservar >> essa pergunta pede repostas tristes... será que eu e suzane ainda temos esse elo? Lai e fiu, apesar da distancia, sim... July eh tão conturbada e eu segundo ela tão misterioso... Cremilda faz tempo demais q naum toco, e gardênia tempo de menos que comecei... e Matheus mto rápido, pena q pareceu tão serio, quanto passageiro..... Wagner.. Wagner... vai e volta...
Onde você ainda se reconhece >> numa folha de papel com uma caneta escrevendo...
Na foto passada ou no espelho de agora >> mudo tanto por dentro, mas as vezes me sinto soh eu mesmo.. e isso reflete por fora... um pouco soh...
Hoje é do jeito que achou que seria? >>nem sei quem eu sou.... antes não pensava em como eu seria ou como eu queria ser... eu levei, levei e hoje simplesmente sou.... o que sou não me perguntem, pq naum sei ao certo...
Quantos amigos você jogou fora >>quantos... pouco(s).... mas importante(s)
Quantos mistérios que você sondava >> quantas cabeças manipulei, sem que elas notassem? O quão dissimulado fui ou pareci ser... e pra que? Como dizia July.... de mistérios basta eu....
Quantos você conseguiu entender >>Selei amizades, fiz pessoas se conhecerem e se gostarem, soh para sentir a minha mão na vida das pessoas, uma maneira de achar que era importante, uma maneira de deixar minha marca ali, mesmo que ninguém soubesse; eu saberia, eu sei, e de que isso serviu? O que adiantou brincar de deus, se não fui venerado como um? E serviu de algo isso tudo, para alguém? Mas ninguém sabe... eu não pude dizer, não pude contar, como as pessoas reagiriam se eu dissesse “Oi, to te manipulando e usando um pouquinho, faz isso pra mim por favor?”. Não, ninguém sabe, ninguém sabia, ninguém nunca soube... e hoje... hoje fichas podem cair...
Quantos segredos que você guardava >> quantos segredos que ainda guardo?....
Hoje são bobos ninguém quer saber >> ninguém nunca quis saber... por isso hoje ninguém sabe... bobos...
Quantas mentiras você condenava >>quantas mentiras eu cometi?
Quantas você teve que cometer >> quantas mentiras eu quis cometer?
Quantos defeitos sanados com o tempo >> Quantos antes ignorados, hoje esquecidos...
Eram o melhor que havia em você >> o melhor em mim, minhas mentiras, que poético, mentiras são coisas que virtualmente não existem... não ha melhor em mim...
Quantas canções que você não cantava >> tantas...
Hoje assobia pra sobreviver >> calei a boca, mudei o bico... hj sobrevivo...
Quantas pessoas que você amava >> será que realmente fui capaz de nutrir um mínimo de amor por alguém, por qualquer que seja a pessoa, ou o sexo, ou a idade, ou o estado de espírito... será que realmente fui capaz de amar?
Hoje acredita que amam você >> responda você... me acostumei tanto com minhas próprias mentiras e hipocrisias, em meu eterno joguinho de brincar com as pessoas, que já não me assusto com as dos outros.... como digo, surpreenda-me... aterrorize-me... brinquei com você o tempo todo, brinque um pouco comigo...
Capítulo IV
Noite chuvosa, quarto abafado, dedos agoniados....
(ou Arrrrrreeeeeeeeeeeeeeeeeeee)
Arrreeeeeeeeee.
Eis algo que ando escrevendo bastante ultimamente.
Arrrrrrrrrrrrreee.
E pior é que estou quase conseguindo pronunciar essa expressão a la méxico. Tou só esperando Mário (não, não o do armário) me ensinar direito. Não, ele nem é mexicano, mas já teve um amigo mexicano que usava isso direto.
Arreeeeeeeeeee.
Eu sei que Mário (não, ele não porra) não vai gostar disso, mas tudo bem, eu quero SIM aprender o
Arreeeeeeeeeee.
para poder usar livremente.....
Arrreeeeeeeeeee.
, que noite agoniada essa para meus dedos. Faz exatamente 7 dias e 43 minutos do ultimo post, e assisti O Chamado 2. Alguma coincidência, ocaso, samara, destino ou algo do tipo? Deixa pra lá.
Arrrreeeeeeeeee.
E quem sofreu hoje foi Diba, tive que despejar todo meu humor negro e sem limites em cima dele. Despejei todo. Que frase estranha. Despejei todo. Sabe o que define isso? Um
Arrrrrrrreeeeeee.
bem grande.
Amanha é páscoa, o que significa aqui em família muita comida, comida, comida, comida... família grande, comida, comida...... Eu, reclamando? Imagina.....
Arrrrreeeeeeeeee.
Antes que eu esqueça, O Chamado 2 é muito bom e, diferente do que alguns sites que se dizer especializados estão dizendo, vale SIM a pena assistir a continuação, isso se vc já viu o primeiro, lógico.
E tá chovendo tanto aqui, e a janela tá fechada pra não molhar, e o calor, o quarto abafado, suando... Sabe de que eu preciso? De um
Arrrrrreeeeeeeee.
Justo hoje que eu disse para mamãe (I AM NOT YOUR FUCKING MOM) que a “net vai tah bombando” (sim, usei rapidamente essa ridícula expressão), não tem ninguém na net pra tc. Um primo de salvador, mas não responde (pq vagal?) e outro primo de brumas, que-não-sei-pq, não recebe minhas msgs, deve ser o mal do Messenger louco.
Arrrreeeeeeeeeee.
A propósito, se vc quiser saber pq Mariana Ximenez aos 23 anos é a mais forte candidata ao posto de diva da TV brasileira, leia QUEM.
Arrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrreeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee.
Capítulo III
Duas horas da madruga, Dakota, Chicão, punk cdf...
Duas horas da manhã e muito para escrever. Escrever sobre o dia-a-dia, sobre os amigos, sobre a facul... Mas, definitivamente não to de muito bom humor. Talvez seja o horário, ou seja só o meu horário. Talvez não seja nada disso, talvez seja só o fato de eu não estar sozinho no quarto agora, e isso é um agravante na hora da escrita (e do barulho, considerando o hor{ario...). Até que às vezes encontro forças (que piegas) de continuar em frente (mais piegas), como por exemplo a subita frase "nao te esprezo (sic), apenas kero um momento certo pra te admirar". Realmente, duas horas da manhã talvez não seja o momento ideal para se discutir com alguém off-line.
Essa semana fui chamado de punk cdf, e fiquei indignado, será que nunca vou conseguir tirar essa cara de nerd? Nem fazendo o que eu quiser e puder para isso? Eu não acho ruim ser nerd ou cdf... nem ruim ser punk... o foda é ser os dois ao mesmo tempo! Vale considerar que fui assim chamado por um palhaço (literalmente) que fazia uma apresentação na sala de aula. Triste, e fazendo jus ao ser universitario no brasil, não tinha uma moeda além do transporte para dar naquele momento.
Essa sexta fui no mendel, visitar meus amigos que tao estudando la, e de quebra vi mais dois que coincidentemente foram fazer a mesma visita nesse dia. (re)Conheci Francisco (chicao), outro amigo da terceira serie da cirandinha que eu nao via a 10 anos O_o ;ppp Foi bom essa visita toda... assisti a uma aula de portela (mentira, fiquei jogando no cel de gui). O dia foi bom, apesar de ter me trago à tona pensamentos, decisões que terei que tomar... decisões que ando adiando a tanto tempo de tomar que eu nem sei mais aonde estão minhas convicções de certo ou errado ;.......
Quinta eu fui no cine com minha prima, e descobri que tenho um novo ídolo, e ainda mirim! Chama-se Dakota Finning, uma guriazinha muito boa atriz e muito carismática com a tela. Eu a vi no filme O Amigo Oculto (muito bom por sinal, assistam) e ela vai tá no novo de Spielberg (que chique pra ela!) atuando como filha de Tom Cruise (mais chique ainda) em A Guerra Dos Mundos. Quando chegar eu vou querer ver esse aqui só por causa de Dakota (olha a intimidade). Tá, tá, o nariz de Cruise também vai me fazer assistir... hehheehehehe, etxa, la ele.
É acho que foi isso... fora dizer um comentário demorado (e muito esperado) que encontrei essa madrugada no blog... muito bom saber que ela lembrou do bloguinho... Hoje vou ficar por aqui com uma fotinha da linda Dakotinha (olha a intimidade de novo...) e umapalavra afim, que ta naquele borrão ali. Beijos e abraços, e até mais vê. Rô.

Para essas fotos uso a palavra afinidade, porque eu to igual a ela: pequeno, com sono e tédio.
Capítulo II
Parabéns para você
][alô? Você está me ouvindo?][ To sim][ Será que ele sabe que estamos aqui?][Acho que não. O painel diz que ele está dormindo][Mas é justamente nos sonhos que ele percebe a nossa presença][Eles estão vindo. Te cercaram. Três deles, na porta. Corra. Corra!][Desligo.
Um ano. É tudo que este endereço de blog tem. Exatamente um ano atrás, eu publicava este blog e punha seu primeiro post, intitulado _nota de abertura. Começava um blog sem pretensões de falar de mim mesmo. Fiz os agradecimentos à Filipe, Mariana e Juliane. E tinha a frase no final _diferente _inusitado _e sem dejà vu. Será que foi verdade?
Caminhando por esse ano, houve posts como _o porquê de tantos nicks, De Como as Coisas Mudam, _o porquê deste template, A Noiva Que Queremos e Pessimismo Deveras Importante. Muitas coisas aconteceram neste meu último ano. Coisas que eu acho que foram boas, outras que nem tanto. Conheci e encontrei pessoas, e algumas delas estão representadas em I don’t belong here e A Carta de Reencontro. Indiquei blogs amigos, sites, algumas coisas que eu achava interessante... talvez um meio de justificar a mim mesmo um meio à fuga de meu blog ( ? ). Enviei cartas para Suzane M. e para Filipe M. Sabe, questionei sobre o que é o amor, sobre quem eu não sei quem sou, disse como eu queria envelhecer sobre as coisas mais simples. Eu também escrevi contos, lapsos na memória, fragmentos de lembranças de outrem, de outrora. Anunciei o fim do blog demasiadas vezes, e menti tantas outras. Falei de filmes, de dia dos amigos, transpirei sussurros d’alma tão verdadeiros que aconteciam em tempo real, comigo presenciando, olhando para o lado e escrevendo... eu queria chorar... Mas o quão breve é agora? Tenho dúvidas. Nas crises de identidade, expus pensamentos alheios, mas não como se fossem meus. Questionei-me tantas vezes porquê estar escrevendo se ninguém leria. Porquê você está lendo isso? Todo alguém que escreve, o faz porque quer ser simplesmente lido. Questionei-me também se era interessante aquilo que escrevia, e nossa!, como era! Mas houve coisas boas também. Fui confundido com Paulo Coelho num pequeno poema meu, que pensaram ser Dele. Aí o que dá sintetizar a vida de um alquimista. Eu fiz anexos numa tentativa de falar de mim; mas falhei. Fiz declarações de amor, despedidas, enganações, trapaças... Fui irônico tantas vezes. Usei tanto do inglês para falar de mim em entrelinhas sem que ninguém percebesse de que sou eu ali... e surpresa! Ninguém realmente percebeu que era eu ali, no canto, escondido e esperando para ser encontrado por alguém que depois viesse perguntar, “o que houve?”... mas me escondi tão bem dentro de mim mesmo que ninguém achou... e assim eu me perdi... para sempre... mas sempre é sempre tempo demais para durar. E isso vale sempre pra tantas coisas...
No dia do Natal de 2004, anunciei o Fim do Blog. Dia 31 seguinte eu disse: e o the strokes canta the end has no end. O mesmo strokes que eu estou a escutar agora, em Soma. Fiz uma retro de meu blog, e ficou a coisa mais desinteressante do mundo. É o que dá dissolver loucuras a esse modo. Depois reclamo que ninguém gosta de ler isso aqui ;pppppp agora vou ser quem eu quiser. E o template novo chegou! Pra comemorar um ano de blog, nada melhor do que um blog novo ;pppp Gostaram deste template? bjossss. agora aki sou eu mesmo, o "ro", o "rores", o "roles" tbm, o "tio", o "psicologo", o "rozinho", o "jesus", o "moicano", o "advogado" (das causas perdidas), a "crionça"... aqui sou eu, ou quem eu quiser ser.
Alquimista][encerrando ligação][pule.
Capítulo I
Imitando Társis, mas voltando à ativa.
(ou Verdades)
Pois é.
A necessidade de fazer desse blog um "diário virtual" de verdade surgiu agora, às vésperas do aniversario de Um ano de meu blog. Depois de tanto falar de mim sem ninguém perceber, vi que quero escrever de mim para que as pessoas percebam. Cansei de superestimar tanto as pessoas, numa tentativa de evitar subestimá-las. [decepção].
Eu estou agora com 18 anos, e nem parece. Faz hoje exatamente uma semana e um dia que eu sou "maior de" e ainda sinto que tenho 17 anos, o meu 17º ano sobre essa pele, que ainda estou a descobrir se é de cordeiro, ou de lobo. O 17º foi tão longo, e marcante, que acho que o 18º vai demorar um pouquinho para ir conquistando o seu espaço. Mas garanto que ele já começou. Ontem fui à Faculdade de Direito da Ucsal pela primeira vez na minha vida, e não esquecerei que fui acompanhado com a experiência dos meus 18 anos de vida. [ou nem tanto].
Talvez não tenha tanta coisa interessante pra falar... [criatividade]. Passei bons 41 dias em Brumado, mais dormindo e comendo, como um boi de corte, do que como eu gostaria, apesar de não saber o que realmente gostaria, só sabendo que, definitivamente, ser boi de engorda não é lá muito prazeroso. E estou de volta à cidade que agora chamo de minha, Salvador, de volta aos acessos constantes do vicio semi-solitário que é a Internet, e agora, de volta ao Blog. Talvez “surgir em grande estilo” não seja bem o propósito deste post. Talvez este post nem tenha propósito. [e a imitação].
Pra quem não conhece o Coisas do Jovem Decrépito, foi de lá que eu copiei o “formato capítulos”. Bem, de lá saiu algumas inspirações e aspirações. Saíram-se, sabe-se lá de onde, uma (ou duas) madrugadas abaixo da lua (ou três), houve embriaguez e uns Toca’s Raul’s, e boas horas... e horas que farão falta. [missing]
Houve cheirar flores que seguem o sol, girassóis que nós mesmos seguimos. [bilhete (não premiado) escondido].
Houve pedir batatas nos quiosques na praça. Pedir, mas ver outro comer a batata!. [padrinho de casamento, mas de qual dos dois?].
Houve velocidade, e depois fúria. A impotência diante da fragilidade de uma folha de papel, dobrado em formas sem sentido. A folha, outrora transparente, hoje... hoje não saberia mais dizer. [cartas].
Houve conversas demoradas, e cabeças. Discussões gostosas, que atiçam o cérebro, pessoa(s) que me faziam (e ainda fazem) sentir-me mais inteligente, crescendo o intelecto ainda mais e mais. [feira de ciências – clube de matemática.]
Houve perdas, faltas, surpresas. [muitas surpresas]. E houve abandono, não sei de qual lado. [Houve decepção] E arrependimento. Muito.
Houve pessoas conhecidas a pouco, que já sei que ficarão daqui a muito. [webcam].
Houve pessoas que foram pouco vistas, e muito lembradas. [Paul já morreu].
Você está aí em cima? Eu, estou. Um pouco em cada um.
Voltei. Em minha constante mutação, que é a minha identidade virtual, pode ser que eu tenha encontrado verdadeiramente aquela que poderei chamar de minha.
Finalizando][Capítulo I][Verdades)(Imitando Tarsis, mas voltando à ativa.][Rodrigo Lessa
many conected people and nobody to talk with...
what a curse
!
FIM
THE END
_oi gente. Voces conversam sozinhos? Sabe, é quando a gente tá sozinho em casa e fica falando sozinho, dialogando consigo mesmo. É estranho, né? Quando faço isso, sinto-me um pouco mais louco ainda. E, agora, sinto-me tão louco. Tão louco. That you could never imagine. Nunca.
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~Hoje é natal. 25 de dezembro. |DO ano. DO ano. E ele passou rápido. E nem acabou ainda. Demorou demais. E por isso passou tão rápido. Parece que foi ontem que tudo começou, e amanhã que tudo acabou. Que porra! Não consigo escrever nesta droga de blog. Quando tento falar de mim nesta merda, não sai nada. Parece que só sei postar..... que merda. E este blog, enfim, comes to the end. The end, the end, the end, the end of the year, the end of the blog, of this blog, and the end of the hell which was my life oh this year that is endding. So, feel welcome to the end. End... End......
end.....
end...
_-becomming the end
THE END
How I have already said, I´m crazy. And more and more than before. But "the before" has already away from now. And if my blog cannot be about its owner, it will be about nothing more. Not anymore. Not me, not anyone else. Here you have the end of a year with the end of the blog. Better if it was my life.
Eu? Falando sozinho? Acho que isso é sinal de loucura.
R.
_sempre é sempre tempo demais para durar
-_--__-_-____--[/} e isso vale sempre pra tanta coisa
alquimista e só isso
Toda regra tem uma exceção. Essa é uma regra, logo, ela também terá uma exceção. Então, nem todas as regras têm uma exceção e esta regra não existe.
[...]
O que pode pensar? O que você pode pensar eu já pensei. Então cale a boca e leia.
Gostou do que leu?
É minha obra-prima, obrigado.
Alquimista Enfeitiçado.
A Carta de Reencontro
Eu sou doido, eu sei. Mas, esta história não é só minha, então não caberão murmúrios solitários nestas palavras. Abrirei as portas de minha mente para o coletivo. Esta história, sim, é do coletivo. É sobre a minha vida, a sua vida, a vida do próximo, do esquecido, e do distante. As palavras que hão de se seguir não serão minoritárias dentre os sentimentos de todos; haverá exceções, que podem confirmar a regra, ou destruí-la.
Iniciando como um conto infantil – que talvez o seja –, não direi o “era uma vez”.
Tudo começou há algum tempo. Algum pode ser indeterminado na gramática ou em nossas mentes. Ninguém está livre do esquecimento, mas o quão alegre não é o momento de recordar-se de algo que outrora havia esquecido! E foi assim. Algo – o alguém – veio a mim. E eu a ele. Apesar da universalidade o qual sugiro nesta história, não posso deixar de filtrar à minha ótica as emoções e os sentimentos (o momento e a situação).
Dez anos atrás, eu estava na Primeira Série do primário. Tinha amigos, como toda criança. Bons amigos. Amigos que quando relembrados só trazem bons momentos consigo. Agora, com dezessete ao invés dos antigos sete anos, tenho bom caminho percorrido para lhes contar. Mudei de escola, esqueci os amigos da antiga. Mudei de cidade, agora, recente. E envelhecido aprendi a não esquecer aqueles que nos são importantes: são nossos amigos. Só entendi o valor de ter amigos quando adolescente: durante a infância, só alegria, as amizades eram leves e descompromissadas. O tempo se encarrega de separar as pessoas, e de ensiná-las. E às vezes, e somente às vezes, temos a chance de reparar acontecimentos passados, reparar aquilo que não tínhamos conhecimento para evitar, no passado.
Meus amigos, ou até mesmo simples conhecidos, de minha antiga cidade conhecem a facilidade que tenho de ouvir, em detrimento da dificuldade de falar. Falar de mim, explico. Ouvir os outros. As frases deste texto me sangram. Mas insisto eu dizer. Percebi de um momento para outro que, por alguma razão, alguém quer meu bem. Leiam.
Tem um conto que narra a historia de um menino “estranho”, retraído, solitário. Um dia, voltando para casa do colégio, amontoado de livros, esbarra num garoto. Este garoto era do time de futebol do colégio, era bonito, popular e parecia não perceber os outros à sua volta. Entretanto, ajudou o menino caído a pegar seus livros no chão. “Quanto livro, hein! Você deve gostar muito de estudar, né?” O atleta foi supersimpático com o menino, eles voltaram juntos para casa naquele dia, e descobriram que moravam na mesma rua. Tornaram-se amigos. Melhores amigos, talvez. Passaram-se os anos, eles entraram na faculdade, e já estavam prestes a sair. Na cerimônia da formatura, aquele antigo menino estranho e retraído, foi o orador. Seu discurso foi o seguinte: “Há anos atrás, eu era diferente. Era solitário, não sabia o que era viver. Conheci uma pessoa que mudou minha vida. Obrigado, amigo, por ter me salvo a vida. Por ter me ensinado o valor da vida, e por ter me dado a sua amizade. No dia em que nos conhecemos, eu ia me suicidar. Havia acabado de esvaziar meu armário, e ia levar todos os meus livros para casa, para não dar trabalho para minha mãe. Já havia escrito uma carta, despedindo-me. E no dia em que nos esbarramos e nos tornamos amigos, percebi que a vida vale a pena. Obrigado”.
Quando conhecemos uma pessoa, não sabemos por quais provações ela está passando, e não sabemos o bem que podemos estar fazendo a ela, assim, inocentemente. Isso tudo é para dizer o quão importante foi te encontrar, Gui, 10 anos depois de termos nos separado, quando ainda crianças. Você trouxe de volta à minha complicada mente os motivos que me faziam felizes, num momento em que eu precisava me apoiar em alguém. Pode não parecer tão sério assim, e talvez nem seja – para os demais –, mas para mim é importante. Mesmo apesar de eu não conseguir demonstrar tanto. Como eu disse, eu sou doido, eu sei; mas você se acostuma. Abraços, Gui.
Rodrigo Lessa ][ Alquimista
-_se o tempo é o melhor remédio, porque não engolimos o relógio?_-
-_-alquimista-_-

Montagem criada por Leonardo Bracarense e gentilmente cedida ao Cinema em Cena.
Se, assim como nos filmes, fosse possível voltar o tempo fazendo o planeta girar ao contrário, como em Superman, ou mesmo usar uma sessão de hipnose, como
“Eu vi em primeira mão como Superman realmente transforma as vidas das pessoas. Eu vi crianças morrendo de tumores cerebrais que queriam como último pedido poderem falar comigo, e irem para seus túmulos com uma paz proporcionada por saberem que sua fé neste tipo de personagem permanece intacta. Eu vi que Superman realmente importa. Elas estão conectadas a algo muito básico: a habilidade de superar obstáculos, a habilidade de persistir, a habilidade de entender a dificuldade e encará-la.”
- Christopher Reeve
imagens e textos do cinemaemcena.com.br. confira mais.
Alquimista chora a morte de um ídolo, de um ícone, e, sobretudo, de um ser humano forte, que lutou até o último instante contra sua doença. Enfim, choremos a morte de um homem que nunca deixou de ser super. ;~~~~~~~~
Christopher Reeve morreu no domingo dia 10 de outubro de 2004. No sabado dia 09 teve um ataque cardíaco que o deixou em coma até o momento de sua morte. Ele sofria de paralisia corporal desde 1995, quando sofreu um acidente enquanto cavalgava. Desde então se empenhava em ajudar pessoas com a mesma doença que a sua, inclusive lutando por pesquisas usando células-tronco. Com isso, Christopher Reeve deixa um legado tanto dentro quanto fora das telas. Adeus, Superman. Adeus, Christopher Reeve.
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alquimista][rodrigo
...
_pense bem. olhe onde você está. vecê tem vários caminhos a seguir... indicar-lhes-ei alguns... siga o cursor até a letra X em vermelho na parte de cima do monitor, vc terá um deja vu e voltará ao que estava antes como se nunca tivesse entrado aqui. ou talvez você não gosta de seguir as ordens, você seja rebelde e goste de quebra-las; portanto, ordenar-lhes-ia a retirada, mas quiçá, o que fazer... você também pode baixar o cursor até baixar a barra de rolagem da página, primeiramente a externa, depois a mais interna. baixe até você achar algo que lhe é desconhecido e que lhe desperte a curiosidade; tenho certeza do quão estranho você me é, mas não teria como saber do inverso, pois não idealizo mais idens por aqui... e talvez, só com o talvez, em tal vez você queira me dizer algo. ok, não sou fechado, podeis me dizer. para isso, pouse sobre o campo em névoas, afugente os cegos, e encare aquele estranho ser... aquele ser desconhecido, cujas respostas para tal você aqui procura... mas não deixe a névoa te cegar, também. você não seria o primeiro, e não será o último. mas, você pode estar querendo sair do país em que está. não lhe culpo, faze-lo-ia, mas, tem mais coisas entre meu céu e tua terra do que podem prever ambas vãs filosofias... incline sua mente ao lado esquerdo, de seu cérebro, também, porque/porquê/por que/por quê não. veja quantas pontes podereis fazer, so, delicia-te. e para retornar ao passado... ao passado... esse eu esqueci... mas, datas existem para serem lembradas. lembre-se, então, desta: é a única vez em que verás isso, aqui, então. é o dois zero seis zero um dois dois zeros cinco. então.
_alquimista/rodrigo